terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ponyo

Hayao Miyazaki é sem dúvida um dos grandes gênios da animação. Ficou mundialmente famoso após ganhar o Oscar com "A Viagem de Chihiro". E voltou às telas brasileiras este ano com sua última produção "Ponyo".

Baseado no conto "A Pequena Sereia" do autor dinamarquês Hans Christian Andersen, o filme conta a história da peixinha dourada Ponyo, que após se perder em meio ao oceano acabou sendo salva por um garoto de 5 anos chamado Sosuke que a encontrou presa dentro de uma garrafa de vidro na praia. Sosuke se corta com o vidro e Ponyo cura o machucado lambendo seu sangue. A partir daí uma reação começa a acontecer e Ponyo vai aos poucos adquirindo aspectos humanos. Mas logo começam a surgir os empecilhos para que Ponyo e Sosuke não possam ficar juntos.

Como pode-se perceber, existem semelhanças e diferenças com relação ao longa da Disney baseado na mesma obra. Não se trata porém de uma "versão japonesa" da mesma história. Até porque a mensagem final dos dois filmes não é exatamente a mesma. Acho realmente difícil traçar qualquer comparação entre os dois títulos.

Assim como todos os filmes de Miyazaki, Ponyo é um desenho longa-metragem 100% feito à mão. Ele não se rendeu à era dos computadores muito menos ao 3D. E nem por isso ele deixa de ser um espetáculo visual. Myiazaki é insuperável em criar cenários realmente deslumbrantes e riquíssimos em detalhes. A cena de Ponyo correndo sobre as ondas do mar na tempestade, ao som de uma música incrível que faz lembrar A Cavalgada das Valquírias de Richard Wagner, é sem dúvida um dos pontos altos do filme. A trilha sonora que por sinal considero uma das mais bonitas que já ouvi até hoje no cinema.

O filme pode parecer estranho para o público em geral que está mais acostumado com os títulos da Pixar. Não só pela animação em si, mas também pelo enredo. Miyazaki preocupa-se menos com entretenimento e mais em contar uma história que tenha algum ensinamento, alguma mensagem que ele queira transmitir às crianças.

Por isso muita gente pode sair do cinema achando Ponyo um filme bastante infantil. Na verdade eu também tive essa impressão. Acho que foi o filme mais "bobinho" que vi do Miyazaki. Não se trata de sua grande obra-prima, ficando bem atrás de "Meu vizinho Totoro" e "A Viagem de Chichiro". Mas com certeza vale o preço do ingresso.

Apollo 13

Lançado em 1995 com Tom Hanks no auge da carreira em seu papel principal, Apollo 13 é um filme sensacional. Foi um dos primeiros filmes "não-infantis" que assisti no cinema. 15 anos mais tarde acabei por revê-lo, e resgatar diversas cenas perdidas na memória.

Baseado em fatos reais, o filme narra a história expedição homônima para se chegar à Lua. Após a expedição triunfal Apollo 11 ter finalmente tocado o solo lunar, muitos já começavam a se questionar por que o governo americano continuar gastando dinheiro com o programa Apollo.

Tom Hanks interpreta Jim Lovell, o astronauta em comando na expedição. Ele já havia participado da Apollo 8, que havia apenas circundado a Lua e retornado à Terra em seguida. Agora Lovell ganha uma chance de finalmente realizar seu sonho e tocar o solo lunar.

É muito interessante ver a maneira como a NASA é retratada no filme. Não só com relação aos foguetes, mas também aos laboratórios e ao centro de operações. Mais do que isso, o filme mostra toda a repercussão que essa expedição teve na mídia e na própria sociedade norte-americanas. Lembro-me bem de um episódio do seriado "Anos Incríveis" que passava na TV Cultura no qual a expedição da Apollo 13 era retratada como sendo o assunto do momento na época.

Achei muito bonita também a mensagem final do filme. Mesmo que você fracasse e não consiga atingir os teus objetivos, não se sinta derrotado. O pior dos fracassos pode acabar de tornando o maior dos triunfos. Além disso, há coisas mais importantes na vida além do que o simples vencer ou perder.

Pra quem não viu, recomendo que corra à locadora mais próxima para assistir. E mesmo para os que viram o filme, muito provavelmente há 15 anos atrás assim como eu, reitero a recomendação: este não é um filme que deve ficar perdido no tempo.

domingo, 4 de julho de 2010

Toy Story 3


Toy Story foi lançado em 1995 como o primeiro longa de animação feito totalmente pelo computador. Esse simples fato foi o suficiente para eternizá-lo. Mas o sucesso foi grande não só por isso, mas também pelos seus personagens cativantes. A história era bem interessante: o caubói de pano Woody era o briquedo favorito do garoto Andy, mas via sua preferência ser ameaçada por Buzz Lightyear, um novo brinquedo de um soldado espacial, muito mais avançado tecnologicamente. Mas eles logo se tornam bons amigos. Em 1999 veio a continuação, que também fez muito sucesso e introduziu novos personagens, como a também caubói Jessie.

Pois é. Depois de 11 anos sem dar as caras, os heróis voltam num terceiro filme, desta vez em 3D. Sinceramente, achei que o 3D foi mais uma questão de marketing mesmo, visto que pouco deste recurso foi usado no filme e seria perfeitamente dispensável. Ainda falando de aspectos técnicos, é bem interessante perceber como a animação da Pixar evoluiu nos últimos 15 anos. Basta comparar cenas deste e do primeiro filme. Outro ponto interessante é que finalmente vemos quem é Andy: enquanto nos dois primeiros filmes ele só aparecia de relance, desta vez é um personagem bastante presente no filme. Acredito que muito disso se deve ao fato de que é muito difícil reproduzir um ser humano nesse tipo de animação, coisa que a Pixar não conseguia fazer no primeiro filme, mas que já domina plenamente agora.

Seja como for, o filme agrada desde o primeiro instante. A história se baseia no fato de que Andy cresceu e já não liga mais para os brinquedos. Eles sentem a falta do dono. E pra piorar, o garoto está indo pra faculdade e vai se desfazer de seus pertences. As alternativas são o sótão, o lixo, ou a doação para a Sunnyside, uma creche infantil. E aparentemente Andy quer levar Woody consigo para a faculdade.

É muito legal também rever os personagens. Divertir-se com o destemido Buzz Lightyear, ou com o Sr. e a Sra. Cabeça-de-Batata, o cachorro Slinky, a caubói Jessie, o T-Rex, além é claro de novos personagens que aparecem ao longo do filme. Mas não é só diversão. É impossível assistir a este filme e não se emocionar em seu fantástico clímax.

Quem me conhece sabe que costumo criticar bastante a Pixar. Seja por plagiar outras obras (como Os Incríveis, uma cópia descarada do Quarteto Fantástico), ou por fazer filmes fracos (como Carros) ou por fazer filmes que possuem tantas referências a outros filmes que chega até a ser irritante, você se preocupa mais em encontrar uma ligação entre aquela piada e algum outro filme do que em efetivamente rir da piada (como em Wall-E). Claro que existem outros filmes muito bons, como Procurando Nemo e Ratatouille. Mas Toy Story é diferente. É 100% original, e 100% obra da Pixar.

Certamente é o que a Pixar já produziu de melhor. E arrisco a dizer que este terceiro filme é o melhor da série. E após o filme, fiquei sabendo que há uma homenagem (citada inclusive nos créditos finais) ao personagem Totoro criado pelo mestre da animação japonesa Hayao Miyazaki em seu mais famoso filme, Meu vizinho Totoro (diga-se de passagem, extremamente recomendável aos que curtem animação também). Juro que isso me passou despercebido. Realmente imperdoável. Mas deixo aqui uma figura do Totoro no filme e uma do Totoro original para que quem for ver não cometa o mesmo erro que eu.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Mudanças

Dado meu último post sobre a corrida que participei neste domingo, resolvi reformular algumas coisas neste blog. A começar, como eu já estava com vontade há algum tempo de manter algo sobre corridas de rua, resolvi iniciar um novo blog exclusivo para este tema. Será o meu diário de corridas: http://correndocomigo.blogspot.com

Também decidi que não vou mais postar sobre esportes. Acho que existem já muitos jornalistas por aí que vivenciam o tema muito mais do que eu e possuem blogs muito interessantes. Quem se interessar, recomendo que procure os colunistas da UOL Esporte (em especial Juca Kfouri e José Roberto Torero para futebol e Téo José e Fábio Seixas para F1), da ESPN e do Globo Esporte (principalmente os blogs dos torcedores). A não ser que seja algum mega-evento que dê o que falar.

Pretendo, no entanto, continuar postando comentários a respeito dos filmes que eu assistir e dos livros que eu ler; além de algumas curiosidades de vez em quando. Acho que assim fica mais interessante.

domingo, 16 de maio de 2010

10 Km A Tribuna 2010

Esta foi a terceira edição dos 10 km da Tribuna FM da qual participei. A terceira consecutiva. Foi graças a essa prova, que paraliza a cidade de Santos durante a manhã do domingo, que me inspirei para começar a correr, já quando era adolescente. Mas foi apenas em 2008 que encontrei a motivação suficiente para me preparar adequadamente. Este ano não fiz meu melhor tempo (como já esperava devido ao meu ritmo de treinos) e completei a prova em 52m35s, o que considero uma verdadeira vitória!

Sempre que falo dessa prova tem muita gente que a desconhece, mas trata-se de uma das 5 maiores corridas de rua do Brasil. Este ano contou com 15 mil inscritos. Inscrições, aliás, que se esgotaram em apenas 1 semana. Muitos grandes nomes do atletismo brasileiro, como Ronaldo da Costa, Vanderlei Cordeiro de Lima e Marílson Gomes dos Santos, já ganharam a prova. E mesmo corredores estrangeiros vêm à Baixada Santista para correr. Por ser uma prova ao nível do mar, plana, e com grandes retas, é um dos percursos mais rápidos na categoria, o que serve de grande motivação tanto para veteranos quando para iniciantes.

A prova é, em todos os aspectos, sensacional. 15 mil corredores participam, seja para fazer festa ou para tentar cravar um bom tempo. O clima colabora: disputada em maio, mês de poucas chuvas e temperaturas amenas em Santos. O próprio percurso é muito bom, passando por várias avenidas importantes de Santos e terminando com um trecho de 2km na avenida da praia, com a chegada em frente à praça das Bandeiras. Ao longo do percurso é possível encontrar bandas e dj's tocando. E é claro, há também todo o carinho do público, que lota as ruas para ver os atletas, amigos e familiares passarem. Tem até arquibancada armada na chegada!

Correr é bom. Correr os 10 km da Tribuna é melhor ainda. E cada vez que corro me apaixono ainda mais por essa prova. Se você é corredor, não deve deixar de participar desta que é a maior prova de 10km do país em número de participantes, e uma das mais bem-organizadas. Se você quer começar a correr, esta prova é uma excelente pedida para iniciantes. E se você ainda não corre, então por que não começar e fazer parte desta festa? Garanto que vale muito a pena.

domingo, 2 de maio de 2010

G10vanni Campeão

Quem é santista e nasceu nos anos 1980 assim como eu certamente teve em Giovanni seu primeiro grande ídolo pelo clube da Vila Belmiro. E tudo isso graças ao Campeonato Brasileiro de 1995, no qual o Santos foi "Campeão Moral".

Hoje, no Pacaembu, mesmo estádio que o consagrou há 15 anos atrás, Giovanni finalmente levantou uma taça pelo Santos Futebol Clube: a de campeão Paulista de 2010. Ele jogou poucas partidas, marcou apenas 1 gol (contra o Rio Claro, também no Pacaembu) e esteve no banco de reservas com a camisa 10. Teria entrado caso o jogo tivesse sido mais fácil para o Santos. Aliás, sobre o jogo de hoje e o Campeonato Paulista 2010 eu escrevo alguma coisa assim que meus batimentos cardíacos voltarem ao nível normal. Mas o importante é que G10 foi campeão pelo Santos, para a alegria de todos os santistas que o viram jogar.

Segue abaixo um vídeo sobre a semifinal do Brasileiro de 1995, para que vocês vejam o porquê de Giovanni ser ídolo do Santos. Não deixem também de ler o excelente texto de José Roberto Torero, que acompanha o video no YouTube e que copiei logo abaixo:



A maior das batalhas por Thorben Knudsen

"A Terra
Eu estava lá. E vou contar para meus filhos. Foi uma batalha inesquecível. A batalha de Kiergard não foi mais nobre, a de Frömsted não foi mais sangrenta. Eu estava lá. E vou contar para meus filhos. Naquela tarde o vento não soprou e a Lua ficou parada no meio do céu para olhar a grande luta. Os dois exércitos se enfrentaram sobre a grama verde do verão. Mas depois da batalha o verde tornara-se vermelho, tanto foi o sangue derramado pelos combatentes. Naquele tarde não anoiteceu, porque o Sol não quis se pôr para não perder nenhum lance da grande batalha. Eu estava lá, e vou contar para meus filhos.

Os Homens
Eu estava lá, e vou contar para meus filhos que, de todos os combatentes, o mais valoroso era o Homem-de-Cabelos-Vermelhos. Ninguém corria como ele, ninguém se esquivava dos golpes dos adversários como ele, ninguém matava como ele. E naquela tarde ele fez sua melhor luta. Naquela tarde, o Homem-de-Cabelos-Vermelhos, que já ídolo, quase virou Deus. Mas havia outros, havia muitos outros. Na retaguarda, como última esperança, como último homem a defender a bandeira, estava o Príncipe-de-Cabeça-Sem-Pelos, o filho do Rei. E no flanco esquerdo havia o Anão-Gigante, ágil como um coelho, esperto como uma raposa e traiçoeiro como um rato. Mas havia outros, havia muitos outros. Havia um com o nome de Galo, mas que merecia ser chamado de Tigre, outro a quem chamavam Pequeno-Carlos, mas que devia ser chamado Carlos-Gigante, e um de nome Passos, mas que dava saltos. E ainda havia Marcos, que tem o nome no plural porque aparece em vários lugares ao mesmo tempo. Eu vi todos estes homens, e vou contar para meus filhos.

A Luta
A missão destes homens era quase impossível. Eles tinham que derrubar três vezes a bandeira inimiga. Não uma nem duas, mas três. Parecia impossível, mas "impossível" era uma palavra que esses guerreiros não sabiam falar (principalmente Macedo, o gago). E já na primeira metade da luta a bandeira inimiga havia ido ao chão duas vezes. O Homem-de-Cabelo-Vermelho já havia feito parte do milagre. Houve então uma trégua. Os inimigos, vestidos de verde, se recolheram para descansar, beber água feito mulheres e orar por melhor sorte. Mas os homens de branco não. Os homens de branco ficaram no campo de batalha. Há quem diga que eles ficaram lambendo o sangue dos inimigos que havia caído pela grama, mas isso eu não vi. E o povo dos guerreiros de branco gritava e urrava. Então, na segunda metade do combate o milagre aconteceu por completo. Mesmo com menos homens, o exército de branco derrubou mais uma vez a bandeira inimiga. E outra, e mais uma. E no final da luta a bandeira dos homens-de-verde já havia caído cinco vezes. E quando a guerra acabou o povo de branco andava de joelhos, se abraçava e se beijava. Homens que não se conheciam cumprimentavam-se como irmãos e cantavam hinos de guerra. E os guerreiros foram para o meio do campo da batalha e deram-se as mãos. Então o Homem-de-Cabelo-Vermelho ficou no meio do círculo e levitou até a altura de um pinheiro. E seus cabelos pegaram fogo e só então, com inveja, o Sol se pôs. Eu estava lá, e vou contar para meus filhos."

JOSÉ ROBERTO TORERO, jornalista da Folha de São Paulo, santista de coração.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Inter derruba o Barcelona

No dia em que o Brasil só fala de Corinthians x Flamengo, que jogam daqui a pouco pela Libertadores, duelo marcado por estrelas que já não possuem mais o mesmo brilho como Ronaldo e Adriano; a Europa vivia uma espécie de "final antecipada" na Liga dos Campeões (sem querer menosprezar o ótimo time do Bayern de Munique, que conquistou ontem a classificação pra final). Sim, Inter x Barcelona fizeram um jogo de fazer o mundo da bola parar.

Eu acabei de assistir à reprise do jogo na ESPN, mesmo já sabendo o resultado final. Ainda assim, fiquei tenso ao final da partida, "torcendo" mesmo sabendo que era inútil. Isso só pra dar uma noção do nível do jogo.

Bem, o Barcelona de Messi era considerado o favorito ao título desde o início da temporada. E vinha se confirmando como tal, após sucessivas vitórias contundentes na competição. Mas na partida de ida das semifinais perdeu por 3 a 1 para a Inter de Milão. Teria o Barça encontrado um adversário à altura?

A pressão foi enorme durante todo o jogo. As estatísticas da UEFA apontam que o Barça teve quase 80% de posse de bola. José Mourinho, técnico da Inter, fazia seu jogo predileto: o da retranca. Foi assim que ele venceu a Champions League em 2004 com o Porto. E assim que jogava quando dirigia o Chelsea. E contra um time que é só ataque como o Barcelona, foi assim que ele decidiu postar sua equipe. Ainda mais após a expulsão de Thiago Motta no primeiro tempo: a Inter jogou com os 10 homens dentro da própria área.

Aos 38 minutos do segundo tempo o Barça consegue furar a retranca e inaugura o marcador. A meu ver, o autor do gol Piqué estava em condição de impedimento. Aos 45 minutos, a bola bate ocasionalmente no braço de Yaya Touré e sobra para Bojan, que marca o que seria o gol da classificação do Barça. A meu ver, gol legal. Com um erro pra cada lado, a arbitragem não influenciou o resultado final. O Barcelona não consegue defender seu título e a Champions League continua sem ver uma equipe bi-campeã desde o Milan 1989-1990.

Com isso, José Mourinho jogará sua terceira final de Liga dos Campeões. Venceu pelo Porto em 2004 e perdeu pelo Chelsea em 2008. O adversário será o Bayern de Munique, dirigido pelo excelente treinador Louis Van Gaal, que também já venceu a Champions League, mas com o Ajax em 1995. Depois disso ele levou a Holanda à semifinal da Copa de 1998, a Coréia do Sul à semifinal da Copa de 2002, a Austrália às oitavas-de-final da Copa de 2006, e a Rússia à semifinal da Eurocopa de 2008. Na minha opinião, o duelo será travado essencialmente fora de campo.

Digo isso pois nenhuma das duas equipes possui grandes jogadores. Nos últimos anos vimos o melhor jogador da Champions League ser eleito também o melhor do mundo. Isso porque esses jogadores foram realmente um diferencial de suas equipes nas conquistas: Kaká pelo Milan em 2007, Cristiano Ronaldo pelo Manchester em 2008 e Messi pelo Barcelona em 2009. Só que desta vez os dois finalistas não possuem nenhum grande destaque individual; mas possuem treinadores extremamente competentes como já mencionei. Mesmo com a eliminação, Messi pode muito bem ainda ser o melhor do mundo, dependendo de seu desempenho na Copa.

E falando em técnico retranqueiro e em Copa, vai aí uma boa notícia: Júlio César, Lúcio e Maycon, titulares absolutos de Dunga, fazem parte do esquema defensivo de Mourinho. E podem muito bem levantar a taça mais importante do futebol europeu no dia 22 de maio.